UTI NEUROLÓGICA

Salvar vidas e prevenir sequelas neurológicas em recém-nascidos. Conheça o método implementado na UTI Nicola Albano.

A UTI Neonatal Nicola Albano faz parte do projeto inédito no Brasil, criado pela
PBSF- Protecting Brains & Saving Futures (Protegendo Cérebros, Salvando Futuros) que promove a difusão do conceito de UTI Neonatal Neurológica e oferece aos hospitais apoio de uma Central de Monitoramento 24 horas.

Com o objetivo de proporcionar os melhores cuidados e a maior proteção cerebral do recém-nascido, hoje a UTI Nicola Albano atua em parceria com a maior rede de monitoramento cerebral de bebÊs com alta tecnologia e inteligência artificial.

No Brasil, estima-se que nasçam de 15 a 20 mil bebês /ano com asfixia perinatal – aproximadamente 1 a 2 bebês por hora. Estudos estimam que caso não sejam oferecidos os tratamentos mais atuais, cerca de 35% dos sobreviventes terão que viver com déficits neurológicos.

A iniciativa surgiu devido à preocupação de especialistas com esses altíssimos números e, consequentemente, com o aumento dos custos gerados por doenças graves e permanentes, originadas por problemas na hora do parto.

Os bebês inseridos nesse grupo de risco são: recém-nascidos com asfixia perinatal, com crises convulsivas, mal epiléptico, com malformações do sistema nervoso central, prematuros extremos, recém-nascidos com hemorragia intracraniana, cardiopatas e aqueles com erro inato do metabolismo.

No intuito de reduzir cada vez mais as possíveis lesões em casos de asfixia e prematuridade, a UTI Neonatal Nicola Albano oferece o que os principais centros de neonatologia do mundo recomendam em terapêutica para asfixia neonatal:

  • Monitoramento sem interrupção 24 horas por dia;
  • Protocolos atuais para proteção cerebral;
  • Conexão com centro especializado 24 horas por dia;
  • Treinamento constante da equipe técnica.

Hipotermia Terapêutica

É a principal tecnologia oferecida na atualidade para tratar asfixia perinatal moderada ou grave.

A técnica consiste no resfriamento do bebê para uma temperatura de 33 ou 34º C nas suas seis primeiras horas de vida, o que resulta em um excelente efeito neuroprotetor, incapaz de ser atingido por outro método terapêutico.

O procedimento é extremamente seguro, os possíveis efeitos colaterais são manejáveis e, os benefícios superam, e muito, o risco.

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